"QUALQUER MENSAGEM POSTADA AQUI NÃO NESCESSÁRIAMENTE REPRESENTA A MINHA OPINIÃO PESSOAL. POIS, QUANDO POSTO MENSAGENS, POSTO COM O INTUITO DIVIDIR UM TEXTO RECEBIDO."
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O fusquinha vermelho
Um amigo meu conta a historia de uma mulher que comprou um fusquinha vermelho.
Certo dia, levou os filhos ao zoológico.
Estacionou o carro perto do show dos elefantes.
Ao retornar, à tarde, teve a horrível surpresa de ver a capota e os lados do carro amassados.
Seu espanto aumentou ao ouvir dizer que, durante o dia, um elefante havia escapado.
Como parte do seu ato, ele devia colocar as patas sobre um tambor vermelho.
Diligentemente, após anos de treino, o elefante havia posto as patas em cima do fusquinha!
A mulher estava desesperada. As autoridades do zoológico lhe asseguraram que assumiriam a despesa do conserto do veículo.
À caminho de casa, um guarda a deteve acusando-a de haver deixado o local de um acidente.
Ele viu o dano mas nao tinha conhecimento das circunstâncias.
"Mas, seu guarda, não sofri nenhum acidente!"
exclamou a mulher.
"Um elefante pôs as patas em cima do meu carro.
" A reação do policial foi aplicar-lhe um teste para ver se ela estava bêbada e a seguir levá-la para a delegacia mais próxima.
"O senhor não compreende!
Por favor, telefone para o zoológico!" foi o pedido da mulher ao sargento de serviço.
Afinal, ele telefonou e as autoridades confirmaram que a mulher dizia a verdade.
Envergonhado, o sargento pediu desculpas e a deixou ir.
A história dessa mulher é um exemplo extremo da falta de comunicação, mas algumas das contradições de nossas próprias palavras e vida não são menos difíceis de acreditar.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
O Verdadeiro Segredo Maçônico
O verdadeiro Segredo
Maçônico...
É um segredo de vida
e não de ritual
e do que se lhe relaciona.
Os Graus Maçônicos comunicam àqueles que os recebem,
sabendo como recebe-los,
um certo espírito,
uma certa aceleração da vida
do entendimento
e da intuição,
que atua como uma espécie
de chave mágica dos próprios símbolos,
e dos símbolos
e rituais não maçônicos,
e da própria vida.
É um espírito,
um sopro posto na Alma,
e, por conseguinte,
pela sua natureza,
...incomunicável.
Por: Fernando Pessoa (1888-1935), nascido Fernando António Nogueira Pessoa, foi maçom em Lisboa, sua cidade natal. É tido como um dos maiores poetas que a língua portuguesa produziu, sendo seu valor equiparável ao de Camões.
O verdadeiro Segredo
Maçônico...
É um segredo de vida
e não de ritual
e do que se lhe relaciona.
Os Graus Maçônicos comunicam àqueles que os recebem,
sabendo como recebe-los,
um certo espírito,
uma certa aceleração da vida
do entendimento
e da intuição,
que atua como uma espécie
de chave mágica dos próprios símbolos,
e dos símbolos
e rituais não maçônicos,
e da própria vida.
É um espírito,
um sopro posto na Alma,
e, por conseguinte,
pela sua natureza,
...incomunicável.
Por: Fernando Pessoa (1888-1935), nascido Fernando António Nogueira Pessoa, foi maçom em Lisboa, sua cidade natal. É tido como um dos maiores poetas que a língua portuguesa produziu, sendo seu valor equiparável ao de Camões.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
5 Motivos Para Não Ser Maçom
1) Influência Política – Poder
Ao contrário do que muitos pensam, a Maçonaria Universal, pelo menos a Maçonaria Regular, não detém mais influência no Poder Político, como ocorreu no passado, do que qualquer outra instituição social, a exemplo das igrejas praticantes dos mais variados credos religiosos, sindicatos classistas, movimento dos “sem-terra” e outros do gênero, porque a Maçonaria nada tem a ver com política partidária, nem com os políticos inescrupulosos que infestam a sociedade, nos dias de hoje. A única influência que a Maçonaria pode exercer, nesse sentido, quando age e pensa como Maçonaria, é apenas a influência de ordem moral, pelo exemplo efetivo dos seus membros, por meio da aplicação dos seus princípios fundamentais, apregoados ao longo dos séculos. Engana-se, pois, quem pensa que, ao agregar-se à Maçonaria, através dela, pelo respeito que ela ainda inspira, terá livre acesso aos corredores do Poder.
Aliás, uma das coisas que o maçom logo observará, quando fizer uso do bom senso e da sabedoria Maçônica, é que esse famigerado Poder é mais ilusório do que real, além de efêmero e corruptor dos bons costumes, com o esclarecimento adicional de que, num ambiente democrático qualquer, conscientemente, deverá ficar bem claro que o Poder só conferirá autoridade àquele que os demais indivíduos membros admitirem reconhecer e permitir. Em Loja Maçônica Regular, entretanto, o detentor do Poder e condutor das decisões, em razão da autoridade conferida pelos seus membros ativos, é o Venerável Mestre, com a observação oportuna, de que todos os Mestres que sentam na Cadeira do Rei Salomão, paradoxalmente, não possuem mais direitos do que o Aprendiz mais recente, mas têm, em contrapartida, mais responsabilidades e deveres de que todos os demais Mestres.
Ante o exposto, conclui-se, então, que quem busca o perfume do Poder, sem a busca, em primeiro plano, do fiel cumprimento dos seus deveres Maçônicos, inclusive sem a consciência de quais sejam as suas responsabilidades, como “parcela ativa” da sociedade, esse certamente não encontrará apoio e guarida na Maçonaria, porque na Maçonaria, ao contrário do que ocorre no mundo profano, a maior autoridade tem o nome de humildade e é reconhecida como aquela que serve, que transpira fraternidade, age com honestidade e fomenta a harmonia.
2) Influência econômica – Negócios e Dinheiro
Quem pensar que o ingresso na Maçonaria possa representar uma “porta aberta”, para se obter contato com as pessoas economicamente influentes, realizar bons negócios e, desse modo, propiciar condições para “subir na vida”, pense outra vez, pense melhor até, pois se esse for mesmo o seu propósito, poupe-se ao trabalho e às despesas consequentes, porque dentro da Maçonaria jamais conseguirá fazer negócios diferentes daqueles que faria, estando fora dela. O que todos lhe pedirão, aqui na Maçonaria é que dê algo de si, continuadamente, em prol dos seus semelhantes, sem mesmo cogitar em retorno algum de ordem material e benefícios de ordem pessoal, de qualquer natureza, porque todos os negócios praticados na Maçonaria, estão sempre relacionados com a elevação moral e espiritual dos seus membros, através da busca incessante pela sublimação do espírito sobre a matéria e engajamento efetivo dos seus obreiros, no projeto de se construir um mundo social melhor, mais fraterno e mais justo.3) Influência social – Honrarias e Reconhecimento
Na Maçonaria Regular, como se sabe, todos os seus membros ativos usam aventais, colares, joias, emblemas e comendas diversas, mas o verdadeiro maçom considera todos esses utensílios, uns como vestimentas úteis e necessárias à prática da ritualística Maçônica, outros como meros adereços pessoais, sem qualquer significação simbólica ou esotérica, com a observação oportuna, inclusive, a bem da verdade, que o único avental que todos os maçons podem usar, independentemente do seu grau e qualidade, no âmbito da Maçonaria simbólica, é o avental do Aprendiz Maçom, com a sua simbologia única, cuja brancura e pureza devem ser preservadas, nunca conspurcadas pela prática de ações censuráveis, ilícitas ou indignas, de qualquer natureza. As diferenças entre o avental mais rico, o avental bordado e o mais colorido deles, se comparado com o avental branco utilizado pelo Aprendiz Maçom, são só os preços cobrados pelos seus fabricantes, porque todos eles são igualmente importantes e indispensáveis, de uso obrigatório, em todas as solenidades ritualísticas.Por outro lado, um maçom regular não deve ser diferente do outro, no cumprimento dos seus deveres Maçônicos, tampouco deve utilizar a autoridade de que é detentor, para usufruir de privilégios especiais, que não sejam os de reconhecimento fraterno e de respeito à autoridade conferida pelo seu cargo, sem a reprovável prática de culto à sua profissão, distinção econômica ou posição cultural, exceto nas múltiplas relações iniciadas ainda no mundo profano, porque o tratamento a ser dispensado, nessas ocasiões, será mesmo o apropriado à sua autoridade profana, mesmo quando se tratar de maçom. Ser reconhecido simplesmente como “Irmão maçom”, em todos os casos, enfim, é a maior honraria recebida pelo obreiro, independentemente do seu status social, profissional ou cargo Maçônico que ocupe na instituição.
4) Beneficência – Ajuda ao Próximo
O maçom bem intencionado, que, porventura procure no seio da Maçonaria, que insista na procura de um instrumento ou de uma maneira de, como dar vazão ao seu desejo impulsivo de ajudar ao próximo através de movimentos eminentemente beneficentes e, se for essa a única e principal razão que o move em direção da Maçonaria, esse maçom também está muito enganado. Não que a Solidariedade e a Beneficência não sejam privilegiadas pela Maçonaria. Claro que o são. Mas não é essa a razão de existência da Maçonaria, porque a Solidariedade e a Beneficência Maçônica, é um subproduto consequente de um trabalho organizado e comprometido com o bem-estar da humanidade, nunca a causa principal da sua existência, sob pena de se ver prejudicada a sua finalidade primordial. Portanto, se são a Solidariedade e a Beneficência que atraem o bem intencionado e nada mais do que isso, seja maçom ou não, o melhor que ele pode fazer é desenvolver esse trabalho meritório em organizações beneficentes vocacionadas, como Lions, Rotary, Associações etc. e mesmo sem se juntar a qualquer organização, certamente encontrará na sua rua ou na sua localidade alguém que necessita da sua ajuda. E em sendo maçom no seu propósito de auxiliar sempre ao seu Irmão necessitado, em tudo aquilo que for necessário e justo, sem prejuízo seu, de seus familiares e de seu trabalho.5) Curiosidade – Conhecer o “Segredo Maçônico”
Se a curiosidade, estimado irmão, tem sido o combustível que tem alimentado o seu desejo de continuar maçom, em detrimento da busca permanente pela sua elevação moral e espiritual, por meio do aperfeiçoamento dos costumes e prática constante da verdadeira fraternidade, como tem ensinado a Sublime Instituição, então não se iluda mais, mude de atitude logo, porque enquanto pensar desse modo, será um obreiro fadado ao insucesso e à indiferença, essa doença insidiosa e letal, que tem atacado as nossas colunas e ceifado a muitos, sem esquecer de que, distante desse espírito maléfico de curiosidade que o envolveu, somente o trabalho, a persistência, a determinação e o querer converter-se em legítimo construtor social, aliado ao respeito pelas nossas tradições, autoridades legalmente constituídas e sistema normativo em uso, somente nessa condição, o Irmão poderá incorporar o modelo de maçom vitorioso e de obreiro que sabe praticar, eficazmente, a verdadeira Maçonaria.Portanto, caro curioso, se é a curiosidade que o move a ser maçom, esqueça! Há outros meios de o satisfazer! E, afinal, se o que pretende é apenas conhecer como pensam, o que fazem e de que tratam os maçons, nem sequer precisam se incomodar muito: basta-lhe entrar na Internet e continuar lendo os diversos e inumeráveis sites Maçônicos.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Tatuagens Maçônicas
A Tatuagem é uma técnica milenar de marcação definitiva, originalmente feita perfurando-se a pele com espinhos ou ossos, e aplicando-se tinta sobre os furos, para que penetrasse por baixo da camada epidérmica. No Egito (4000 a 2000 a.C.) era prática usual e exclusiva para membros da realeza, como símbolo de status e com função religiosa.
“Ötzi”, a múmia de um homem congelado, datada de 5000 anos, foi encontrada nos Alpes europeus, entre a Itália e a Áustria. O corpo, bastante preservado no gelo, mostra uma série de tatuagens ao longo da coluna, com padrões de pontos e linhas simples, somando, ao todo, 57 sinais.
Os Incas, Astecas e Maias, nas Américas, também conheciam a técnica de tatuar, usada em sacerdotes e reis. O clima desértico preservou diversos corpos tatuados Os índios amazônicos também conhecem a tatuagem, que é feita normalmente perfurando a pele com espinhos e usando tinta de jenipapo Modernamente a tatuagem teve grande divulgação através de países polinésios e asiáticos.
Nativos do Tahiti, Chineses e Japoneses alteraram o conceito original da tatuagem e a popularizaram como manifestação artística. Marinheiros, presidiários, até mesmo nazistas, foram responsáveis pela má fama adquirida pela tatuagem. Grande parte da sociedade ainda a considera um tipo de contravenção, ou algo a ser criticado e evitado. No entanto, jovens em todo o mundo passaram a utilizá-la de forma artística, tornando-a um item da moda e do bom gosto.
“O primeiro funeral maçônico registrado na Califórnia ocorreu em 1849. O morto era um maçom que se afogou no mar. Tinha uma marca de Mestre tatuada. No seu braço esquerdo havia um E.A. e no direito um F.C. No seu peito esquerdo as luzes da Maçonaria, e no direito um pote de incenso. Em outras partes do seu corpo havia um coração, espada, o olho que tudo vê, ampulheta, sol, lua, cometa, 3 degraus, a Virgem Lacrimosa, e o deus Chronos com sua foice” Anúncio num Jornal Londrino em 1900.
O tatuador oferece, entre outras coisas, serviços de tatuagens de jóias maçônicas, símbolos e desenhos emblemáticos.
Fatos Recentes
Yasha Beresiner, Ex-Venerável da Loja Quatour Coronati (Inglaterra) publica um artigo sobre Tatuagens Maçônicas e propõe a criação de uma Tatto Lodge.
O Jornal The New York Times publica uma entrevista com o Ir.’.Savini, representante da Grande Loja de Nova York onde ele informa que a Maçonaria não obriga seus membros a se tatuarem, mas que ele mesmo tem uma tatuagem maçônica.
Algumas Considerações
A tatuagem é uma manifestação estética como outra qualquer. Tem milênios de existência e tradição. Ao longo do tempo teve seu conceito alterado diversas vezes, sem nunca deixar de ter profundo significado simbólico. Hoje é largamente aceita e utilizada por grande parte da população mundial. As tatuagens maçônicas não são comuns no Brasil, o que não ocorre em outros países como Inglaterra e Estados Unidos. Nessas sociedades, a tatuagem maçônica demonstra muito mais o orgulho de ser maçon, do que o desejo de publicidade.
A Difícil Arte de Ouvir
| Diante desse quadro venho desenvolvendo uma série de observações: 1) Em geral não se ouve o que o outro fala: ouve-se o que ele não está dizendo. 2) Não se ouve o que o outro fala: ouve-se o que se quer ouvir. 3) Não se ouve o que o outro fala. Ouve-se o que já escutara antes e o que se acostumou a ouvir. 4) Não se ouve o que o outro fala. Ouve-se o que se imagina que o outro ia falar. 5) Numa discussão, em geral, não se ouve o que o outro fala. Ouve-se quase que só o que se pensa para dizer em seguida. 6) Não se ouve o que o outro fala. Ouve-se o que se gostaria que o outro dissesse. 7) Não se ouve o que o outro fala. Ouve-se apenas o que se está sentindo. 8) Não se ouve o que o outro fala. Ouve-se o que já se pensava a respeito daquilo que o outro está falando. 9) Não se ouve o que o outro está falando. Retira-se da fala dele apenas as partes que tenham a ver consigo. 10) Não se ouve o que o outro fala. Ouve-se o que confirme ou rejeite o seu próprio pensamento. Ou seja, transforma-se o que o outro está falando em objeto de concordância ou discordância. 11) Não se ouve o que o outro está falando. Ouve-se o que possa se adaptar ao impulso de amor, raiva ou ódio que já sentia por quem está a falar. 12) Não se ouve o que o outro fala. Ouve-se da fala dele apenas os pontos que possam fazer sentido para as idéias e pontos de vista que no momento nos estejam influenciando ou tocando mais diretamente. Ouviu? |
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
A Formiga e o Trabalho
Todos os dias, bem cedinho, a Formiga produtiva e feliz chegava ao
escritório. Ali transcorria os seus dias, trabalhando e
cantarolando uma velha canção de amor.
Era produtiva e feliz, mas não era supervisionada.
O Marimbondo, gerente geral, considerou o fato impossível e criou
um cargo de supervisor, no qual colocaram uma Barata com muita
experiência.
A primeira preocupação da Barata foi a de padronizar o horário
de entrada e saída, além de preparar belíssimos
relatórios.
Bem depressa se fez necessária uma secretária para ajudar a
preparar os relatórios e, portanto, empregaram uma Aranhinha, que
organizou os arquivos e se ocupou do telefone.
Enquanto isso, a formiga produtiva e feliz trabalhava e trabalhava.
O Marimbondo, gerente geral, estava encantado com os relatórios da
Barata,e terminou por pedir também quadros comparativos e
gráficos,
indicadores de gestão e análise das tendências.
Foi, então, necessário empregar uma Mosca ajudante do
supervisor, e foi preciso um novo computador com impressora colorida.
Logo a Formiga produtiva e feliz parou de cantarolar as suas melodias
e começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis
que tinha de ser feita.
O Marimbondo, gerente geral, concluiu, portanto, que era o momento de
adotar medidas: criaram a posição de gestor da área onde a
Formiga produtiva e feliz trabalhava.
O cargo foi dado a uma Cigarra, que mandou colocar carpete no seu
escritório e comprar uma cadeira especial.
A nova gestora de área - claro - precisou de um computador novo, e
quando se tem mais do que um computador, a Internet se faz
necessária.
A nova gestora logo precisou de um assistente (Rêmora, que já
era sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar o
plano estratégico e o orçamento para a área onde trabalhava a
Formiga produtiva e feliz.
A Formiga já não cantarolava mais, e cada dia se tornava mais
irascível.
"Precisaremos pagar para que seja feito um estudo sobre o ambiente de
trabalho um dia desses", disse a Cigarra.
Mas um dia, o gerente geral - ao rever as cifras - se deu conta de
que a unidade na qual a Formiga produtiva e feliz trabalhava não
rendia muito mais.
E assim contatou a Coruja, consultora prestigiada, para que fizesse um
diagnóstico da situação.
A Coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um
relatório brilhante com vários volumes e de "vários"
milhões de euros,
que concluía:
"Há muitas pessoas nesta empresa". E assim, o gerente geral seguiu
o conselho da consultora e demitiu a Formiga aborrecida, que antes era
produtiva e feliz.
escritório. Ali transcorria os seus dias, trabalhando e
cantarolando uma velha canção de amor.
Era produtiva e feliz, mas não era supervisionada.
O Marimbondo, gerente geral, considerou o fato impossível e criou
um cargo de supervisor, no qual colocaram uma Barata com muita
experiência.
A primeira preocupação da Barata foi a de padronizar o horário
de entrada e saída, além de preparar belíssimos
relatórios.
Bem depressa se fez necessária uma secretária para ajudar a
preparar os relatórios e, portanto, empregaram uma Aranhinha, que
organizou os arquivos e se ocupou do telefone.
Enquanto isso, a formiga produtiva e feliz trabalhava e trabalhava.
O Marimbondo, gerente geral, estava encantado com os relatórios da
Barata,e terminou por pedir também quadros comparativos e
gráficos,
indicadores de gestão e análise das tendências.
Foi, então, necessário empregar uma Mosca ajudante do
supervisor, e foi preciso um novo computador com impressora colorida.
Logo a Formiga produtiva e feliz parou de cantarolar as suas melodias
e começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis
que tinha de ser feita.
O Marimbondo, gerente geral, concluiu, portanto, que era o momento de
adotar medidas: criaram a posição de gestor da área onde a
Formiga produtiva e feliz trabalhava.
O cargo foi dado a uma Cigarra, que mandou colocar carpete no seu
escritório e comprar uma cadeira especial.
A nova gestora de área - claro - precisou de um computador novo, e
quando se tem mais do que um computador, a Internet se faz
necessária.
A nova gestora logo precisou de um assistente (Rêmora, que já
era sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar o
plano estratégico e o orçamento para a área onde trabalhava a
Formiga produtiva e feliz.
A Formiga já não cantarolava mais, e cada dia se tornava mais
irascível.
"Precisaremos pagar para que seja feito um estudo sobre o ambiente de
trabalho um dia desses", disse a Cigarra.
Mas um dia, o gerente geral - ao rever as cifras - se deu conta de
que a unidade na qual a Formiga produtiva e feliz trabalhava não
rendia muito mais.
E assim contatou a Coruja, consultora prestigiada, para que fizesse um
diagnóstico da situação.
A Coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um
relatório brilhante com vários volumes e de "vários"
milhões de euros,
que concluía:
"Há muitas pessoas nesta empresa". E assim, o gerente geral seguiu
o conselho da consultora e demitiu a Formiga aborrecida, que antes era
produtiva e feliz.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Entenda alguns fatores que afetam a sua tolerância ao álcool
Você já teve a impressão de que é mais tolerante à bebida dependendo do lugar onde está? Já aconteceu de ficar bêbado depois de tomar dois copos de cervejas em um bar diferente, mesmo sabendo que é capaz de beber, sozinho, engradados inteiros em casa? Desde os anos 50, cientistas desenvolviam a hipótese de que é mais difícil ficar bêbado em casa do que em um lugar desconhecido. Mas isso só havia sido provado em pesquisas envolvendo animais, nunca com humanos. Agora, um estudo da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, deu base empírica a essa teoria.
24 alunos tomaram bebidas alcoólicas em um estabelecimento, por três sessões, para que se familiarizassem com o lugar. Em um cenário diferente, os pesquisadores deram aos voluntários “bebidas placebo” – que tinham gosto de álcool, mas não eram alcoólicas. Depois, os alunos tinham que completar tarefas em um computador projetado para medir inibições. Por exemplo, deveriam apertar um botão sempre que uma palavra com significado feliz aparecesse na tela, mas não podiam fazer isso quando aparecia uma palavra negativa. Apertar o botão na hora errada indicava perda de inibições. É mais ou menos o que acontece quando uma pessoa embriagada xinga alguém, entra em brigas ou continua a beber quando deveria parar.
Os resultados mostraram que os voluntários que bebiam álcool no ambiente onde haviam recebido bebidas placebo anteriormente pressionaram o botão incorretamente cerca de 12 vezes por sessão. Já entre os que haviam tido bebidas alcoólicas de verdade, o número caiu para a metade – o que indica que eles estavam menos bêbados do que o outro grupo.
Segundo o professor Mark Fillmore, da Universidade de Kentucky, a tolerância aumentada em ambientes familiares pode ser provocada por nossas expectativas. Depois de ter bebido em um ambiente determinado, o sistema nervoso central começa a antecipar o recebimento do álcool sempre que você volta para aquele lugar, podendo se tornar hiperexcitado e barrar alguns dos efeitos do álcool. Em outras palavras, seu corpo fica mais tolerante.
O estudo é importante porque mostra que a quantidade de álcool no sistema nervoso central não é o único fator que determina como uma pessoa é afetada pela bebida. A tolerância não é um atributo pessoal imutável. Só porque você pode funcionar bem enquanto bebe em situações conhecidas não significa que vai ser assim em qualquer lugar, com a mesma quantidade de bebida.
Alcoolismo x Estresse
Os resultados confirmam a hipótese de outro estudo, publicado em julho no periódico Alcoholism: Clinical and Experimental Research (Alcoolismo: pesquisa clínica e experimental). Pesquisadores da Universidade de Chicago descobriram que o estresse é um fator importante para determinar como a bebida vai agir em você– se ela vai te deixar falante e cheio de energia ou sonolento.
O estudo mostrou que quando se mistura a bebida com uma dose de estresse, o resultado pode surpreender: os voluntários que normalmente ficavam mais alegres e estimulados pelo álcool se sentiram sonolentos quando foram colocados em uma situação estressante antes de beber. E os que geralmente se sentiam sonolentos com a bebida acabaram ficando mais agitados ao fazer isso depois do estresse. Isso pode explicar, inclusive, por que algumas pessoas bebem mais quando estão estressadas: se elas costumam se sentir agitadas depois de beber e o estresse barra esse efeito, podem acabar bebendo mais para tentar alcançá-lo. Por outro lado, quem costuma se sentir sonolento quando bebe pode curtir o efeito oposto e bebem ainda mais para potencializá-lo. Se antes a sonolência era um freio no consumo alcoólico, agora essa sensação positiva acaba por aumentá-lo.
Por outro lado, bebida não é remédio. Mesmo nos casos em que o álcool melhora o humor, beber para aliviar o estresse está longe de ser uma boa ideia – além do perigo do alcoolismo, a dose extra pode piorar a situação. É que o álcool amortece a resposta natural do corpo ao estresse hormonal agudo e impede o seu organismo de lidar com o problema de forma eficiente. Lembre-se: esse tipo de estresse é uma ameaça ao organismo. Então, é bom que seu corpo queira se livrar dele.
Tags: álcool | estresse
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fonte http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/entenda-alguns-fatores-que-afetam-a-sua-tolerancia-ao-alcool/
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